Aron diz que esforço financeiro pesa, mas confia em retorno no campo

Foto: Assessoria/Cuiabá Esporte Clube - Aron Dresch presidente do Cuiabá

O Cuiabá terá outra realidade no primeiro semestre de 2017 em comparação ao mesmo período de outros anos. O Dourado vai iniciar o ano com a base de jogadores que se destacaram na Série C e que renovaram o vínculo de olho no acesso à Série B. Foram 9 jogadores que ficam para a próxima temporada. Para conseguir manter atletas como o goleiro Henal e o meia Dakson, a diretoria do Cuiabá realizou um esforço financeiro inédito no clube - o treinador Roberto Fonseca também foi mantido. 

- Irá pesar no bolso, não tem jeito. Teremos uma folha alta em comparação com outros times e outros anos, e vamos fugir daquilo que fazíamos nos anos passados. No primeiro semestre é difícil manter os jogadores com salário mais alto. Em 2017 vamos mudar isso e confiamos que o time vai responder em campo. Temos muitos campeonatos para disputar e queremos chegar bem na Série C, que é sempre nosso grande objetivo. É difícil trazer atletas de nome para jogar o Mato-Grossense e esse ano conseguimos - disse Aron. 
O Cuiabá é um clube-empresa bancado pela empresa Drebor que é propriedade de Aron e seu irmão Manoel Dresch. A tática era montar times mais modestos e baratos no primeiro semestre, para aí sim abrir o bolso no segundo semestre para a Série C. Como o clube sempre acabou eliminado na primeira fase, a tática de deixar a base surge como um dos motivos de confiar em um ano ainda melhor no Dourado. 
- Teremos um padrão maior e isso gera mais gasto também. Vamos tentar dessa forma, esse esforço maior para a Série C. 
Virtual candidato à presidência da FMF, Aron ainda evita falar sobre o assunto e deve anunciar sua decisão somente no início de janeiro. O Cuiabá retoma os treinamentos no dia 05 de janeiro.
Fonte: SportSinop/Valcir Pereira e Por Cuiabá, MT

Fotos: Redação/SportSinop

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